A beleza de ser MÃE, by Marcia Jarenko

FAMÍLIA | 1/11/2016

Mãe, ser belo e divino

Pedi a minha amiga, parceira e cliente Marcia para escrever algo sobre sua beleza em ser e sentir-se mãe, daí ela fez o texto abaixo no capricho... parabéns, vcs são lindas!! 

 

Ser Mãe

O interessante sobre a maior parte das experiências humanas, é que elas podem ser vividas por todas as pessoas, de uma forma geral. Poucas coisas, são experiências, chamemos  únicas. Tomar sorvete, desde que se queira, por exemplo, é uma possibilidade geral. Nadar, desde que se saiba, também. Algumas coisas são mais exclusivas, como pilotar avião, pois é uma coisa que depende de uma formação específica, habilidades individuais próprias, bem como predisposição para tanto. Outras experiências, que são de caráter mais ligados à superação, perfilam no campo do extremo esforço individual, como foi demonstrado recentemente pelos atletas, tanto nas Olimpíadas, como nas Paraolimpíadas.

Mas, há uma coisa que é tão singular, tão bela, tão sublime, que não pode ser partilhada por todas as pessoas. Primeiro, há uma exclusão, quanto a tal possibilidade. Obrigatoriamente, os homens não podem ter a mesma sensação, não podem almejar ter o mesmo status, não podem se transformar, não podem acalentar o sonho de ser MÃE. Isso os diminui, os homens? Não! Mas, não lhes permite acesso a um mundo especial, impenetrável, maravilhoso e, como já afirmado, único. A beleza de ser mãe,  é poder estabelecer momentos infinitos, desde a concepção, até o nascimento, e depois a vida toda, a dois com sua sempre eterna criança/jovem/maduro, enfim, com sua obra, que para a ela, sempre será, independentemente de quaisquer circunstâncias, o ser mais perfeito, a pessoa mais maravilhosa do Mundo.

Sem diminuir o papel do pai, a mãe tem uma relação mágica com os filhos. O fato de ser o corpo da mãe o ninho original aonde o nenê se desenvolve, desde aquele minúsculo “grão de arroz”, até estar pronto para nascer, durante um tempo que é longo – este longo se refere às dificuldades decorrentes da transformação por que passa o corpo da mulher, mas que ela nem sente, por seu estado de latente felicidade – e curto – este curto, no sentido de que enquanto o bebê está se desenvolvendo, ele é só da mãe – produz uma relação inigualável para a vida de ambos. E a magia continua, pois depois que a criança nasce, vai levar ainda algum tempo, para que o bebê venha a perceber que ele e a mãe são duas pessoas, e não um ser só.

Durante os anos que seguem, a mãe continua a se lembrar do filho, sempre como algo seu, sobre quem tem que estar depositando todo o desvelo possível. Mesmo que esse filho já tenha constituído sua própria família, a mãe continuará a cuidar do seu “rebento”, com o mesmo amor e entusiasmo de quando era um bebezinho.

A vida passa, a mulher estuda, trabalha, se casa, convive com as pessoas, vive, enfim. Tem muitas experiências, como todo mundo. Dentre todos os acontecimentos, um dos mais sublimes é o da maternidade. E, ser mãe, pode ser também, um gesto doado. Porque o que vale na relação, é o amor. E, sabemos, amor e mãe, são praticamente sinônimos.

 

Márcia Aparecida Jarenko, advogada, casada com Antonio Augusto Grellert, mãe da Antonella e grávida aguardando a chegada da Mariana para fevereiro/2017




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